Alimentação intuitiva

Alimentação intuitiva: o que é e como praticá-la

A alimentação intuitiva é uma das formas de alimentação que, desde o final do século XX tem sido promovida e aplicada por muitas pessoas. Venha saber o que é e como praticar a alimentação intuitiva com o 1001 Dietas.

O desejo de ter um corpo saudável e elegante já existe há muito tempo e, embora o século XXI tenha vindo reforçar esta tendência fit, a verdade é que sempre nos deparámos com dietas da moda que nos levam dos 8 aos 80, oferecendo soluções restritivas e promovendo o emagrecimento de uma forma que nem sempre é muito positiva para o organismo.

Novos conhecimentos sobre fatores além da alimentação também têm esclarecido algumas das dificuldades das pessoas para emagrecer ou engordar. Sabermos como a genética influencia o peso, por exemplo, pode ser útil para conhecer melhor o funcionamento do organismo e compreender a sua resposta.

Além disso, estamos a sentir o retorno da alimentação intuitiva, sendo que esta contraria os princípios das dietas restritivas, oferecendo soluções mais brandas e ancoradas na intuição pessoal. (1)

Venha conhecer a alimentação intuitiva e saber como pode aplica-la no seu quotidiano.

Alimentação intuitiva

O que é a alimentação intuitiva?

A alimentação intuitiva é uma forma de nutrição que propõe a quem a realiza que adote uma postura positiva face à sua imagem e à comida. O princípio será, portanto, o de comer quando se sente fome, parando quando se sente saciedade.

Este processo é intuitivo mas levanta alguns problemas. Quem sofre de distúrbios relacionados com a compulsão alimentar ou sente a necessidade de buscar conforto na alimentação pode sentir dificuldade em saber, de forma intuitiva, como distinguir fome física e fome emocional. (2)

Conseguir estabelecer esta diferença é um dos pontos principais da alimentação intuitiva.

Fome: física ou emocional?

A fome física é aquela que sentimos quando o nosso corpo nos indica que está a precisar de nutrientes. Este emite sinais como barulhos no estômago, irritabilidade ou fadiga.

Por outro lado, fome emocional é aquela que se sente quando motivações como a tristeza, o enfado, a solidão ou o tédio nos levam a procurar a comida como alternativa.

Na alimentação intuitiva, pretende-se que se valorize a fome física, alimentando-nos apenas quando existe uma necessidade corporal para o fazer.

Como praticar a alimentação intuitiva?

Usualmente, a alimentação intuitiva está baseada em 10 princípios fundamentais, que enumeraremos de seguida: (3)

  • 1. Não siga uma mentalidade de dieta;
  • 2. A fome física não é sua inimiga, respeite-a sem comer em demasia e parando quando estiver saciado;
  • 3. Fala as pazes com a comida: ela não é sua inimiga;
  • 4. Desafie os pensamentos restritivos e a ideia de que existe um “bom” e “mau” na comida;
  • 5. Escute o seu corpo e pare quando estiver saciado;
  • 6. Retire prazer da alimentação, procurando uma refeição satisfatória em termos de sabor. Isto poderá fazer com que se sinta saciado ingerindo menos quantidade de comida;
  • 7. Busque outros mecanismos de lidar com questões emocionais e não coma se apenas sentir fome emocional. Prefira outras atividades para gerir as emoções, tais como meditação, passear ou telefonar a amigos;
  • 8. Respeite o seu corpo e aprenda a compreender as suas mensagens;
  • 9. Pratique atividade física, isto fará com que se sinta mais vivo e com mais energia;
  • 10. Pense na saúde: comer bem vai fazer bem ao seu organismo e contribuirá para uma sensação de bem-estar.

Alguma vez experimentou a alimentação intuitiva? Que resultados obteve? Conte aos restantes leitores do 1001 Dietas.

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